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| 23/01/2012 | |||
SUBSIDIO - Associações definem representantes para Comissão Especial e tabelas a serem defendidas |
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O Fórum das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares esteve reunido na tarde desta quarta-feira (11), para discutir o anteprojeto de lei elaborado pelo governo e as medidas a serem estabelecidas. Participaram da reunião, representantes da AMAI, AVM, ABCS, SBSS, 2ºGB e 1ºBPM de Ponta Grossa, APRA, AMEP, ASCEPOL, Clube dos Oficiais, Fênix de Guarapuava e APCS. Diante da notícia de que o comando geral compôs uma comissão especial, para analisar o anteprojeto de lei para a implementação do subsídio, e que as associações poderão indicar representantes para também participar, ficou definido sete companheiros (todos eles praças) para integrarem a comissão. Esses representantes irão apresentar uma única proposta, defendo a tabela com o escalonamento vertical de 1996, com os valores devidamente reajustados de acordo com os índices do IPCA. Os nomes indicados foram: soldado Laudenir Dotta
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(APCS Cascavel), cabo Luiz Carlos de Lima (ASCEPOL), sargento Orélio Fontana Neto (APRA), subtenente Davi Rodrigues D’Almeida (SBSS), soldado Eder de Souza (AMEP), soldado Murilo Moreira Oliveira (Fênix Guarapuava) e Sgt Elpídio Alves Maciel (ABCS). Posteriormente será definido entre eles quais serão os titulares e os suplentes. Ficou definido também, que o anteprojeto apresentado pelas associações não poderá sofrer nenhuma alteração sem a autorização do Fórum. Outra solicitação dos participantes é que o prazo estipulado pelo governo seja antecipado, pois com esta definição não é necessário aguardar até o dia 23 de janeiro para a indicação, o que possibilita adiantar o início dos trabalhos, com o prazo de até o dia 03 de fevereiro (data que está agendada a próxima reunião das associações com o comandante geral) para o término do estudo. A AMAI abdicou de participar do grupo, para possibilitar a participação de mais um praça. “É importante que todos entendam que dentro do Fórum e das associações não importa o posto ou a graduação. Não deve haver distinção entre praças e oficiais. Somos todos iguais em busca dos mesmos objetivos: os direitos dos policiais e bombeiros militares”, afirma o presidente da AMAI, coronel Elizeo Ferraz Furquim. O coronel afirma ainda, que será solicitada a autorização para a participação dos demais integrantes do Fórum e a comunidade militar, sem direito a voto, apenas para acompanhar os estudos. Caso o resultado final dos trabalhos da Comissão Especial não seja satisfatório para a tropa, terá início um novo de trabalho de mobilização. |
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| TABELAS ATUALIZADAS | |||
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